Hoje tivemos um papo no serviço bem nostálgico.
Lembramos das coisas boas da nossa infância e da nossa vida. Seriados de TV, brinquedos, desenhos animados… foi uma época maravilhosa.
Os papos empolgados sobre todas essas coisas me renderam um post saudosista da época dos meus brinquedos, dos meus desenhos, das coleções de papel de carta, dos álbuns de figurinha.
Lembrei que eu tinha Playmobil, tinha as bonecas da Moranguinho, as Barbies de antiga (que eu coleciono até hoje), o castelo da She-Ra (quaaase completo!). Era um tempo bom e tanto.
Assistia os faroestes, “Terra de Gigantes“, “Perdidos no Espaço“, geralmente nas reprises de manhã cedo. Lembro de Dom Quixote, Olho Vivo e Faro Fino, Pica Pau… minha nossa!
Hoje em dia, não se vê mais essas coisas, se vê uma modernização da vida que já começa desde criança, com seus brinquedos que falam, seus desenhos interativos, enfim.
É o sinal dos tempos…
Pena que a minha vida não foi tão boa como as coisas de criança eram nessa época. Por isso, chego nesse estágio da vida com saudade das brincadeiras, mas não gostaria de voltar para lá. Acho que o que passou, ces´t fini.
Eu ainda continuo um pouco criança, com minhas Hello Kitties e Barbies e brindes do McLanche Feliz, Burguer King e etc.. Portanto, todas as brincadeiras vieram comigo, numa síntese boa e feliz.
Resultado disso? Sou a criança de 26 anos mais feliz do mundo.









Somos duas crianças felizes!
Não largo minha metade-moleca por nada nesse mundo. Adoro toda essa nostalgia, adoro brincar. Muito. Não entendo porque as pessoa sperdem isso com o tmepo… não deviam.