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Seja você. Sempre.

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Meu cabelo não é igual
A sua roupa não é igual
Ao meu tamanho não é igual
Ao seu caráter não é igual
Não é igual, não é igual
Não é igual… – Pitty (Máscara)

Tente ficar um dia inteiro sendo você mesma, incomodando ou não as pessoas. Percebeu o quanto é difícil? Pois é, a sociedade nos acostuma a fingirmos e nos escondermos de nós mesmos o tempo todo.

Quantas vezes você não teve que contar aquela “mentirinha” para salvar o dia?

Mas, por mais que seja difícil, procure em você mesmo a sua autenticidade, antes que a selva do dia-a-dia tire isso de você também.

(Este post anárquico teve o oferecimento de… uma noite sem sono! E não, não estou assistindo a final do Big Brother.)

Para representar a mudança no pensamento das mulheres neste século, nada como escolher as duas mulheres mais conhecidas das histórias em quadrinhos: Minnie Mouse e Margarida.

Margarida

Daisy Duck teve a sua primeira aparição em 4 de novembro de 1940, na tira semanal do Pato Donald feita por Al Taliaferro.

Tem três sobrinhas: Lalá, Lelé e Lili (April, May e June), além dos sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho (Huey, Dewey e Louie).

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Margarida sempre tolerava as falhas de Donald, que era o típico preguiçoso. Só assistia futebol e comia, enquanto ela se esmerava na cozinha, participava da Liga das Senhoras e por aí vai. Era a típica dona-de-casa americana.

Com o passar do tempo, as pessoas cobravam um personagem mais atual e feminino, sem parecer rainha do lar. Foi quando ela arrumou emprego, passou a fazer ginástica e ganhou um visual mais moderno.

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Ela continuou com sua essência, mas deixou de ser aquela “amélia” que fazia tudo em função do Donald.

Minnie Mouse

Seu nome é Minerva “Minnie” Mouse. Sua primeira história foi publicada em janeiro de 1928, no desenho animado “Plane Crazy”.

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Minnie sempre fez um papel coadjuvante nas aventuras do descolado Mickey Mouse. Aparece sempre mais ao fundo.

Ela bem que tentou seguir os passos de Margarida, mas esbarrou no movimento feminista, que elegeu a pata como um símbolo dos anos dourados para as mulheres.

Aparece atualmente no desenho “House of Mouse”.

Agora vocês estão pensando: mas que diabos de post é esse?

E eu respondo. É meu conselho para as mulheres de hoje. Sejam menos “Minnies” e mais “Margaridas”. Para o bem da nossa igualdade.

Um minuto.

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A falta de inspiração me ajudou.

Ganhei o “Oscar do minuto”. :-)

(Clique para ampliar)

Atchung! Se por um acaso você não assistiu o filme ainda, tá esperando o que? Ops, quero dizer, evite ler o post daqui para baixo. Vou dar uma de crítica de cinema e comentar trechos do filme, falar dos atores e principalmente, analisar o final do filme e sua lição. É claro que, se você ainda lembra das aulas de História, ou leu a graphic novel, sabe o final do filme. Mas, como eu soube o final de Titanic na fila do cinema, porque o cara da frente contou para a acompanhante, eu sugiro que você não me chame de estraga-prazeres e assista o filme antes de ler o post. Ufa! Tá avisado. :-P

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“300 de Esparta” (300, E.U.A., 2007)

Direção: Zack Snyder

Gerard Butler (Rei Leônidas)
Lena Headey (Rainha Gorgo)
David Wenham (Dilios)
Dominic West (Theron)
Vincent Regan (Capitão)
Michael Fassbender (Stelios)
Rodrigo Santoro (Xerxes)
Andrew Tiernan (Ephialtes)
Andrew Pleavin (Daxos)
Tim Connolly (Pai de Leônidas)
Marie-Julie Rivest (Mãe de Leônidas)
Tyler Max Neitzel (Leônidas – 12 anos)
Tyrone Benskin (Emissário persa)

O filme é baseado na graphic novel de Frank Miller, que conheceu Leônidas e os 300 quando assistiu o filme The 300 Spartans, de 1961.

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Na história, conta-se a Batalha das Termópilas, quando o rei Leônidas, contrariando o Conselho de Anciões e o Oráculo, parte para enfrentar o exército do Deus-Rei Xerxes, que ameaça Esparta.

Para começar, o visual é muito parecido com os quadrinhos. As cenas de luta são de perder o fôlego, e o sangue jorrado parece um desenho quadro-a-quadro de um desenhista profissional. Os enquadramentos, o jogo de cena, as luzes, as paisagens e personagens, tudo parece se encaixar com a surpreendente trilha sonora, que faz o coração bater mais forte.

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Gerard Butler mostra o rei Leônidas que você imagina quando lê os livros de História. Um espartano moldado para a batalha, mas que não deixa de amar sua mulher (uma espartana de garra, diga-se de passagem) e seu filho, que fará a iniciação na arte da guerra no ano seguinte.

Leônidas faz questão de mostrar aos persas que “isto é Esparta”. É uma sociedade que não se submete, não se rende e não dá as coisas de mão beijada. Que ensina que a Honra e a amizade vencem qualquer batalha, mesmo que às vezes o resultado não seja exatamente aquele que achamos.

Ele vence a batalha moralmente. Transforma os espartanos em soldados fiéis, lutadores e que defendem sua terra e sua água com o coração e com o sangue. Corta o coração ao ver a morte dos 300, após fazer um Deus- Rei sangrar, como ele mesmo disse que o faria à Xerxes.

Mostra também que a traição de Ephialtes é mais do que uma traição, é uma covardia. Ao dizer “que você viva eternamente” a ele, Leônidas mostrará que não é só a flecha que mata. Será o remorso.

Rodrigo Santoro transforma seu megalomaníaco rei Xerxes em algo impressionante. A maquiagem, as cenas, o posicionamento de quem acha mesmo que é um Deus fazem de Xerxes uma bela surpresa em “300″. O gigante de 3 metros de altura e costumes excêntricos, além dos vários piercings e penduricalhos de um Deus-Rei mostram os exageros de Xerxes. Mas são exageros que fazem suas aparições nos darem nojo de um rei louco. E é um nojo saudável, pois mostra que Rodrigo veio exatamente mostrar que pode ser sim um astro de Hollywood. Ah, se pode.

Um filme como “300″ surpreende e faz com que, definitivamente, fique como provavelmente o melhor filme do ano. Faz com que nós tenhamos uma aula de História, uma aula de Mitologia e, principalmente, uma aula de como se faz cinema.

Aplausos. De pé.

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O mundo religioso, seja ele judaico ou não, está pasmo.

O rabino Henry Sobel, um dos mais conceituados religiosos do país, foi preso nos Estados Unidos ao roubar três lojas de marca, levando ao total quatro gravatas. A Giorgio Armani foi a única que não se manifestou à respeito.

Sobel foi detido na cidade de Palm Beach, nos Estados Unidos, acusado de furtar gravatas de uma loja da rede Louis Vuitton, o que é negado por Sobel. Ele foi detido em 23 de março de 2007, e, após passar uma noite sob custódia, pagou fiança de 3 680 dólares e foi liberado.

Sobel teria sido flagrado por câmeras de segurança da loja cometendo o crime; em seu carro teriam sido encontradas pela polícia quatro gravatas, das marcas Louis Vuitton, Giorgio’s, Gucci e Giorgio Armani. As quatro gravatas têm valor estimado de 680 dólares.

Henry Sobel negou ter a intenção de praticar furtos, e fez um apelo para que não sejam desqualificados seus “valores morais”. O rabino pediu afastamento temporário da Congregação Israelita Paulista (CIP), onde é presidente do Rabinato.

Fora isso, querem levar o caso para Israel. A Comunidade Judaica, que ficou iradíssima com o rabino por causa do caso, quer levar a situação so Conselho Rabínico Mundial, inclusive pelo fato de Sobel ter passado pelo shabat (descanso, em hebraico) na cadeia. A Comunidade diz que é uma falta gravíssima, um desrespeito a ele.

Também descobri que pessoas próximas ao rabino dizem que, de uns tempos para cá, ele vem sofrendo de crises de senilidade e cleptomania. Fora isso, Sobel deu uma entrevista ao site G1, dizendo que “nada disso é verdade”, “a foto no site não é minha e posso provar” e que “tomará providências”, além de enfatizar que “alguém está tentando fazer um escândalo”.

Rabino, eu confesso que sempre o respeitei, pois eu admiro as religiosidades em si, sem distinção. Admiro demais o seu trabalho com o “Brasil: Nunca Mais” e sua proximidade com as demais religiões. Mas infelizmente o erro está aí, foi cometido, foi um tanto vergonhoso. É uma pena, pois macula uma reputação que não devia (essa é a expressão mesmo: não devia) ser suja ou corrompida.

É uma pena para a comunidade judaica e eu, como tenho amigos judeus, só posso lamentar. Mas lembrem-se de que a culpa não é da religião. Não saiam por aí falando como o Mel Gibson, que disse coisas anti-semitas. Não despertem ódio ao judaísmo, nem saiam dizendo que “todo judeu é ladrão”, ou “todo judeu rouba”.

Eu podia escrever um tratado sobre preconceito religioso. Mas o que vale, além das quatro gravatas, é a reputação. E isso, Rabino, não há gravata da Gucci que lhe trará de volta.

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